Amy Morales - Gênero e sexualidade
Durante meu tempo aqui no Brasil, especialmente através das palestras e nossas aulas, a gente aprendeu muito sobre o gênero e a sexualidade no Brasil. Em relação à sexualidade, a palestra de Leandro Colling sobre a realidade de pessoas LGBTQ+ no Brasil foi muito informativa e interessante. Ele ensinou para a gente alguns vídeos de artistas travestis e gostei porque foi muito interessante ver como essas pessoas criticam a sociedade e os estigmas contra a comunidade LGBTQ através de sua música e, ao mesmo tempo, adicionam originalidade. Por exemplo, um dos vídeos tinha uma música que incluía o berimbau no início e depois se tornou uma música diferente. Gostei de como ele usou elementos tradicionais do Brasil como o berimbau em um vídeo que pretendia eliminar o estigma de que muitas pessoas consideram “não tradicional”. Eu já conhecia algumas das artistas que Leandro Colling mencionou, mas não conhecia a maioria. Também foi interessante aprender a diferença entre diferentes palavras em relação à comunidade LGBTQ e como algumas palavras podem ter significados diferentes em outros países. Escolhi a foto em cima porque o arco-íris é um dos símbolos que representa a comunidade LGBTQ.
Em relação ao gênero, algo que achei interessante foi a palestra da Coronel Denice Santiago sobre a realidade que as mulheres vivenciam no Brasil. Aprendemos sobre a Ronda Maria da Penha de Salvador e como fornecem monitoramento ou acompanhamento para garantir a maior proteção às mulheres em situação de violência doméstica. É um trabalho difícil porque as situações de violência doméstica são muito complexas e difíceis também. Por exemplo, ela explicou que algumas mulheres, apesar de sofrer abusos, não conseguem sair de suas situações por vários motivos, que podem ser dependência financeira, segurança, ou seus filhos, entre outros. Então, devido a isso, é muito importante que organizações como a Ronda Maria da Penha existam para ajudar essas mulheres a começar a procurar soluções que sejam possíveis para elas.
Nos Estados Unidos, acho que as experiências da comunidade LGBTQ podem ser parecidas com as do Brasil. Por exemplo, ainda existem estigmas e estereótipos dessa comunidade que as pessoas LGBTQ enfrentam. No entanto, o Brasil tem um problema grave com a taxa de homicídios e tem o maior número de pessoas trans mortas. Então, em relação à segurança e ao estilo de vida, é muito mais difícil para uma pessoa LGBTQ morar no Brasil e talvez se sentir confortável para ser como quer ser devido aos riscos. Esse problema também existe para as mulheres no Brasil, onde a taxa de homicídios de mulheres é alta e continua a aumentar.
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