Gênero e sexualidade



    Durante nosso semestre em Salvador, nós aprendemos muitos sobre gênero e sexualidade. Nós tivemos palestras sobre realidade feminina e realidade LGBTQ+ no Brasil, e também tivemos muitas oportunidades na vida real para vermos esses conceitos  em ação. Durante minha experiência explorando Salvador, eu notei que a cidade parece muito acolhedora para as pessoas de LGBTQ+. Eu vi muitas bandeiras de orgulho, sinais em lojas indicando que todas as sexualidades são bem-vindas, e vi muitos casais LGBTQ+ nas ruas. Isso me lembra muito da  cidade da Universidade da Geórgia, Athens, GA, que também é diversificada e mente aberta. Mas, eu não me identifico com a comunidade de LGBTQ+, e nunca tive experiências pessoais com isso em Salvador. Então, eu inclui uma foto minha e de minhas amigas. Todas elas nesta foto são mulheres incríveis que eu conheci durante esse programa. Elas são inteligentes, engraçadas, e simpáticas. Eu acho que uma grande parte do conceito de gênero é relacionado às mulheres, especialmente às mulheres da minha vida! 


Tem sido interessante aprender sobre o tratamento às mulheres no Brasil, especialmente em comparação com os Estados Unidos. Eu notei com meus amigos que existem semelhanças em relação ao sexismo no Brasil e nos Estados Unidos, como o “fiu-fiu” (catcalling*), o olhar desconfortável de homens para as mulheres entre outras coisas mais. Também, as expectativas das mulheres no Brasil em relação aos trabalhos domésticos é maior. Mulheres nos Estados Unidos têm mais oportunidades para educação do que as mulheres no Brasil, e tem uma melhor oportunidade de trabalhar fora da vida doméstica. Eu pesquisei um pouco sobre equidade de gênero global, e aprendi que os Estados Unidos tem a classificação 43°, enquanto o Brasil está classificado em 78° na escala de paridade de gênero. Isso significa que apesar dos programas sobre os quais aprendemos, como as delegacias femininas, o Brasil ainda tem maiores problemas com a desigualdade de gênero. Em geral, sinto muita sorte porque tenho oportunidades para estudar e trabalhar com mulheres inteligentes, mas é uma pena que as mulheres em todo o mundo não tenham o mesmo acesso. Eu espero que com o tempo essas desigualdades e problemas sociais sejam menores.


Comentários

  1. James: Olá Kira. Gostei muito de ler sobre sua experiência aqui no Brasil sendo uma mulher e uma mulher estrangeira. Eu não sabia que os EUA fica no 43 lugar e o Brasil no 78 lugar. Parece que o Brasil tem muitos programas para combater a desigualdade, mas ainda tem muito trabalho para fazer!

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